18 Julho 2009

hehe

Funciona!!!!!!!
Ela está mordidinha de ciúmes...

17 Julho 2009

Poema do dia que a gente se amou mais gostoso na vida (em toda nossa vida)


Beirando o trágico e a depressão
Se eu fosse um pouquinho mais
Fracote
Neste instante eu
Não incorporaria uma máquina de escrever
E cairia, para você
Neste instante aqui
Uma lágrima.

Cai
A minha lágrima
Quanto sinto o tanto que eu te amo
E só.

(Se essa garrafa falasse...)

24 Junho 2009

23 Junho 2009

eu odeio quando vc me despreza
e te odeio por isso
odiando te odiar

22 Maio 2009

Escapatória para o delírio

Amar
Amor
Ah o amor!
É condensar na pele os sentidos, os gemidos, as angústias e lágrimas que por certo momento parecem (até) em vão.

Não consigo me condenar ao amor, simplesmente despir-me de toda minha pretensão e meus desejos, meus planos e a viagem para o exterior, porque: ´" É mais fácil fugir e não me enfrentar, é mais fácil fingir que enganar o meu desejo. Vai... guarda tua alma pois é ela quem me chama... tenta enganar os teus santos pois, é neles que estou presente" (...)

E estive tão contente! Uma micro-mini - ainda que uma pequena - realização pessoal gigante...Durante tudo, durante o provável momento da fatídica desistência... E a resistência! Estive amarrada por poesias de merda e textos....um laço, que mesmo dando a entender, não é nó.

Estive só e estou e quero estar (escolhi assim, estou aqui por isso). O laço desamarra de uma fita, em contraponto do nó do laço que não se desfaz: quer amarrar os desentendimentos, os tortos e delicados momentos, o limite, a beirada do amor para o ódio, do ódio para o querer, do querer para o não mais querer. (o laço que deveria ser laço está pregado em algo, está armado pra atirar!)

E desiste-se de tentar. Desiste-se de acreditar no que sente por dentro. Desiste-se porque o amor é lixo e dom é luxo. Desiste-se porque o amor é luxo e dom é lixo... a escapatória para o delírio a dois é a solidão, a reclusão. o afastamento.

O risco de resolver telefonar para a mãe é bem maior que o resultado de permanecer calado. O sopro de exaustão dói mais que a respirada final engajada em dizer: Quero me separar, tenho odiado estar com você.

09 Maio 2009

SOL NO ESCURO

Mesmo com sol
Mesmo com tudo calmo
Mesmo de barriga cheia
Eu quero tanto
Eu quero sempre mais

Alguém no farol conhece o caos
Vivi minha vida inteira
Mas não me canso de querer sempre mais
Eu ouso apagar o sol
Coloca-lo num escuro tão profundo

Que até o colorido mais raro
Se despede de mim, como um raio
E eu querendo azul
E até o colorido mais raro
Se despede de mim, como um raio
E eu querendo azul


(Música: Fábio Góes)

08 Maio 2009

"Cogito freudiano"


Vou abortar a merda do meu consciente. 
O inconsciente do meu coração me deu um fiozinho de esperança...

Se eu estou feliz aqui é porque eu conquistei esse momento.

Quando eu concordo com meu  Deus, eu me torno culpado.


"Penso onde não sou, portanto sou onde não me penso"










(Para você! Outra vez, mais do que nunca!)





30 Abril 2009

Prezados, boa noite, agora é quinta a noite e um beijão pra aula A3. Minha melhor primeira amiga da vida está vindo hoje nos visitar, mas de tão longe de tão longe, só chegará amanhã.

E a Dota achando que virou pobre só por que de tão chato e dificil que é limpar um fogão, aderiu ao papel alumínio..

24 Abril 2009

AMADA CAPÍTULO 2


Comunicação falha na segunda série

Os causos das escolas primárias onde estudou já se mostravam ridículos como nos dias atuais. Ela tinha um sorriso infantil sincero e despretensioso para o deboche, aparentemente como todas as crianças e tinha um olhar verde gigante para detalhar o desconhecido e as fofocas que ouvia como-quem-não-quer-nada. Tinha boa vontade para ajudar as professoras preferidas a carregar a caixa de giz ou algum livro e tinha (por obrigação domesticada) entusiasmo para as lições de casa. Não era só pelo interesse de fazer média com as professoras, ela era uma boa menina. No entanto, na segunda série, seu maior pesadelo tinha fisionomia inesquecível e nome próprio: Josefa.

Josefa era uma professora ligeiramente má e certamente gostava de deixar as criancinhas apavoradas. Os seus filhos crescidos jamais estudaram em escolas públicas, com o dinheiro do marido pagava adiantado as mensalidades do Colégio Brasília, porque na certa era mal remunerada diante de tanto mau humor. Ela era branca de cabelos pretos nos ombros, tinha o rosto deformado pelo tempo, provavelmente foi uma jovem feia pois era uma velha feia e falava cuspindo. Coçava a nuca suada com as unhas quando ficava nitidamente impaciente e ficava nitidamente impaciente com as perguntas sem cabimento, com os bilhetinhos que as meninas trocavam na aula, com a baderna em geral, e principalmente, o coleguinha do problema urinário que interrompia a aula umas cinco vezes ao dia. Nunca havendo até então uma mísera aula tranqüila. Ela estava sempre nervosa, e com pressa no assunto que teoricamente propunha um aprendizado simples, mas, faltava gosto pela profissão e sobrava sarcasmo para enfatizar as respostas absurdas, os garranchos nos cadernos, entre outros absurdos, de modo que humilhava os pequenos... Talvez porque não fossem como seus filhos... mas, de fato, nenhum deles ali estudava no Colégio Brasília (aliás, em tal época, “ uma escola modelo”). Curiosidade, será que o Colégio Brasília ainda existe? Vale uma pesquisa no Google Schools of the World.

Certa noite, Amada já estava dormindo e dormia bem cedo porque os horários helênicos de sua casa eram definitivamente sagrados: tinha que escovar os dentes e fazer xixi antes de dormir, depois disso a lei da casa rogava que não poderia levantar de jeito nenhum, motivo que também acarretava certos xixis na cama. Acordou gritando coisas, chorando que não queria voltar para a escola, sua mãe quase derrubando a porta perguntou o que houve, o que estava sonhando? “A Josefa vai me bater”.

No outro dia cedo estava sua mãe na escola querendo entender o medo da filha, acionou a diretoria e outras mães que concordaram que Josefa era mesmo uma professora enérgica mas, não era possível existir tamanha implicação com Amada. Ou seja, na teoria não haveria motivo para tal temor na menina. Josefa foi chamada para prestar contas e deste dia em diante, Amada virou a preferida de Josefa. Josefa pedia a ela para buscar o giz, apagar o quadro, carregar sua pasta após a aula até a sala dos professores, e principalmente, para anotar o nome dos coleguinhas que conversassem na classe quando ela saía. Amada por sua vez, confusa com discrepante mudança de postura preferia obedecer, sendo de conhecimento de toda a classe que quando a professora saísse ela estaria ali para dedar os faladores e os moleques baderneiros.

Toda a falsidade implícita na nova Josefa e sua suspeita delicadeza com a aluna acabou gerando um novo transtorno. Os colegas riam dela quando chegava na sala, faziam piadas no fundão quando ela respondia corretamente uma pergunta e Josefa por não reprimi-los, acabava incentivando-os. Amada virou o alvo da turma depois de denominada “preferida”, mesmo sem sentir um mínimo apreço pelo cargo. Cogitavam que a mãe dela e Josefa fossem amicíssimas de chá da tarde e sem amigos para um simples lanche no recreio, Amada passou a ter pesadelos e medo dos colegas e de suas piadas.

Profundamente triste, compartilhou a nova angústia com sua mãe que retornou à escola, desta vez exigindo que Amada fosse trocada de classe imediatamente, desconsiderando inclusive que já passava da metade do ano letivo. O importante era que a menina não estava feliz, estava perturbada e isso atrapalhava muito seu rendimento escolar. A mãe convicta de suas razões insistiu muito e no dia seguinte chegava Amada em uma nova classe, com uma nova turma orientada sobre a batuta de uma professora nova, magra, bonita e loira de cabelo cacheado e comprido. Esta, chamada Sandra, era moderninha e foi gentilmente calorosa na recepção da nova aluna (talvez por ter sido previamente e devidamente inteirada de todo o causo.)

Amada sentiu-se querida, estava satisfeita.

Passado alguns dias, sentiu-se ainda mais feliz, estava apaixonada pela primeira vez em sua vida. O nome dele era Rodrigo e ele era um negrinho lindo de olhos pretos iguais de uma graúna.



Ps. Fiquei na vontade de usar o termo "educomunicação"

23 Abril 2009

Frase do dia: 


O "valor" é o puto do subjetivo. 

20 Abril 2009

Alto, voe "idealmente"

desafie a gravidade: não vai cair!

"A gerência de projetos é frequentemente a responsabilidade de um indivíduo intitulado gerente de projeto. Idealmente, esse indivíduo raramente participa diretamente nas atividades que produzem o resultado final. Ao invés disso, o gerente de projeto trabalha para manter o progresso e a interação mútua progressiva dos diversos participantes do empreendimento, de modo a reduzir o risco de fracasso do projeto." (Google, 2009)

14 Abril 2009

"First rule of Fight Club is -- you do not talk about Fight Club."

“There is no place like our home”

12 Abril 2009

designer

Proposta a última cerveja de uma páscoa anual, nem sei se comi carne e nem me importo. Mas se não me engano comi frango e palmito na pizza. Não pedi Tonis, então ok, nou carne.

No mais, tudo na minha veia, na garganta, no cérebro, na barriga, nas pálpebras insônicas. E amanhã é segund feira, amanhã começa uma semana caos. Eu já estou pensando nisso, e antes de dormir eu penso no dia seguinte, ao acordar eu organizo mentalmente os afazeres.



 


eu quero morar com artur, franco, izabela, julio, alice, doug, natália, milena e janaina, na mesma casa!!! Um dia...

11 Abril 2009

Sobre a ausência - 24h domesticadas

A ausência era uma constante em sua vida, mas porque abordar tanto a ausência? A ausência motiva a busca, Uma busca perpétua por, quiça, certo auto-conhecimento que jamais vamos encontrar em plenitude, e neste auto-conhecimento, a conclusão nau à deriva do "tudo vale sempre a pena" É usaDA de muleta por uma porção de minutos desperdiçados com palavras que jamais foram compreendidas e mais, olhares vazios, mãos frias, acordes desafinados, sorrisos falsos!

Não há nada mais desagradável do que um sorriso falso. E ela nisso, possuía um feeling. Sentia. 

A ausência  acionada por um saco fixe mental transformava em conteúdo as palavrinhas; e os sentimentozinhos; e os exagerozinhos. Imprestáveis, ou não, já que estar silente é justamente o oposto de estar presente, embora a verdade seja que a tristeza da ausência está em conviver com o silencio em tempo integral.


Nem, não estava em regime. No entanto, a maioria de suas amigas também estão mais ocupadas e mais gordas.

completamente sozinha e achando agradável

04 Abril 2009

AMADA - CAPITULO 1

Nas despedidas seus passos pensativos até em casa não se protegiam da chuva, mesmo com sua sombrinha. Via-se conduzida por um constante lamento, um questionamento consciente sobre seu caos pessoal. Pisava em insetos hostis sem reparar, estava a tempos pisando em insetos, e seus olhos diziam “até” enquanto seus braços pediam abraços, seu ventre pedia: “Fique”. Insossa nos quereres, se contentava com as despedidas.


Naquela noite, em que o dia branco sem nuvens rendera, chovia. Os carros desfilavam nas ruas do Centro com a mesma lerdeza e desorganização habitual de quando não chove, as câmeras de pegar bandidos e contra vencidos pareciam funcionar, mas enquanto andava lançava olhares constantes às esquinas, refletia internamente com o barulho da chuva e alguém podia tentar roubar seus pensamentos, era noite, no entanto, sem medo de raios e trovões, de repente estava em casa abrindo a porta, detestando o buraco vazio que a esperava lá dentro.

A chuva é parte do processo ilusório da benção. A solidão não deixa de ser um dos resultados de uma escolha. E o perigo é pior sem vigilância.

Entrou despindo-se, pois se sentia muito a vontade em casa, de calcinha foi até a sacada ouvir a chuva que apertara, foi ouvir de perto o som da tempestade acreditando que a chuva servia como agente intermediário da prece e do alívio para com “Deus”, mas fumava e gostava por demais destes instantes de sublime sentir, era possível sentir-se viva mesmo sentindo a proximidade dos finalmentes, afinal, Deus perdoa, mas o abismo incerto do depois da morte talvez possa ter memória de elefante.

E felizmente, gente maluca está acostumada a esquecer suas dores, está habituada a limpar suas próprias cinzas no chão, recolher seus cabelos, embolar e jogar na casa do vizinho.

O telefone tocou e ao atender e ouvir a voz do homem que amava, envolveu-se nisso, no gotejar da chuva, o vazio e o choro, a própria ligação que não se imagina ter com alguém... Ao falar das certezas confirmando que sim, que amava muito e tudo e tanto, já pensando naquilo que pega fogo dentro dela, sabe-se lá o que derreteu. Instantes depois, consciente do resultado de todo e qualquer esforço dedicado, ligou toda a parafernália e resolveu escrever um livro.





O começo está perfeito


Sorrir significava contribuir para si mesma com uma sensação gostosa que fazia aquecer seu interior. E mais, via a possibilidade de escrever sobre isto: sorriso, felicidade. Mas ao tentar escrever, e escrever é descrever sensações, se sentia ameaçada pela ausência. Escrever de felicidade era dividir as coisas reais que sentia, geralmente parte de uma felicidade sem graça, sem o impacto da dor da realidade transcrita em um verso triste.

Não era só seu cérebro pensando dores e contando histórias frustrantes, era gente conhecendo seu viver desbotado, e por mais que este era o seu bom motivo para ser motivada a fazer alguma coisa útil, de modo a motivar alguém a fazer alguma outra coisa útil, modificar a literatura não estava em seus propósitos. E desta maneira era consolador e bastava: não seria obrigada a apresentar um final feliz ao grande público.

Usar definitivamente seu cérebro para ser compreendida seria algo bem útil, através da poesia poderia ser belo se expressar se parasse para pensar. Mas a bipolaridade constrói um perfil contraditório, um líder medroso monstro que não aprendeu a tocar música, aprendeu a tocar a vida entendendo que sonhar está nas mãos de gente rica, não pode ser poeta!

Eu sei e você sabe que o fascinante da leitura é se imaginar a história, se imaginar na história, refletir. O despertar para a história que ela queria contar precisava ser coordenado começo, meio e fim pois, coordenar era uma outra característica importantíssima que ela possuía. Os acontecimentos precisariam estar conectados: nada é por acaso, nada é em vão. Coisas despertam coisas e são tratadas como “coisas” apenas por significarem “tudo mesmo”, tudo que não se explica a qualquer pequeno movimento da nuvem no céu, em um suspiro, numa piscada de olho. Coisas reais do tipo vida.

Ela era contida num mix de disciplina dirigida, simpatia controlada, dócil-debilidade, compras e lazer, muito lazer, e sexo. Pensava que a ligação de um ser humano com outro e destes dois com Deus se qualificava no viver tranqüilo, no dormir bem, no sentir-se leve e importante para alguma coisa em algum lugar, e não é nada fácil hoje em dia ser leve, com a rotina diária dos trabalhadores e a preocupação com a crise, com a casa, com os filhos na rua, com a novela das oito. Mas sabia que não dava para explicar simplesmente “as ligações” de um modo que lhes tivessem alguma serventia. Talvez: “A vista da sua varanda é linda, mas o seu cigarro é nojento”... “Seu pulmão é incrível, mas você ainda não trepa direito.”

Este momento médio de sua vida era o começo perfeito de sua era de conserto. O clímax escrito do enterro de quem fora. Não gostaria de esquecer as cores das paredes da escola técnica, das meninas que se beijavam no banheiro, as bebedeiras homéricas nos bares de rock, embora, esquecer os desembaraços é a melhor maneira de constatar que está crescido e consertado. Reconhecer as merdas que fez nada mais é que engolir as próprias merdas (e tocar para frente!).

Ela, ao decidir escrever um livro, continuou de onde talvez nunca devesse ter parado, acometida pelas lembranças do Museu do Ipiranga, fumando maconha no pátio com inesquecíveis amigos, das memoráveis idas ao boteco perto da escola, Ypioca servida ao atravessar a avenida que alagava, a estranheza de se inserir num núcleo estudantil que viria a definir seu ego, alterar e somar à sua personalidade, entre outras lembranças familiares e esquisitas.

Seu nome era Amada.


Amada

Amada era uma mineira portuguesa destas peitudas, tinha um sério problema capilar: marolas. Entendia que não se pode ser tudo porque não se pode ter tudo: Ou você nasce gostando de unhas e cordas e cultiva as unhas e toca as cordas, ou você corta as unhas para teclar ao decidir escrever um livro e acaba cortando os dedos ao tocar e a mira no ato do abate da unha que atrapalha é o ralo da pia do banheiro, acredita-se ser muito mais higiênico do que, por exemplo, cortar no chão e guardar ou lamber.

Ela recebera este nome por ser fruto de um complicado processo de gravidez, sua mãe não era, infelizmente, daquelas que ao passar sobre um varal com uma cueca pendurada engravidava. Portanto ao nascer, depois de muita dificuldade, seria intensamente Amada. Uma infância plástica, sem irmãos, seu problema capilar talvez fosse o real motivo de chacota que faziam caçoar dela as outras meninas com quem brincava, queria ser como a Luciana e achava as trigêmeas Gisele, Gislene e Gislaine falsas demais (falavam muito mal da Luciana, e faziam-se de amigas). Desde cedo Amada escolhia as amizades erradas.

28 Março 2009

Nostalgia umbilical (marquinha de nascença)






se sentir com linguagem acarreta muita emoção. Para isso a recomendaçao do meu guia espiritual é deixar as palavras me lerem como sempre e não me privar.

Tudo pode acontecer e quando acontecer eu nao vou me esquivar, mas vou mantendo (e resgatando) minha integridade.


A citação a seguir é rica: "aprendi com os caninos a morder quando me puxam o rabo, e a lamber, quando me afagam."


No mais, que tal irmos para Dubai então?

24 Março 2009

O meu texto tinha mesmo que começar com eu ou meu alguma coisa. Mas, uma vez que eu não sei mais escrever o português, meu texto, usando disto de pretexto, desapareceu.

O texto, o script todo, tudo o que num olhar às vezes se explica e às vezes não, ou que no geladinho da pele do outro se justifica, TUDO, se entrelaçou, se entrelaça e está entrelaçando agora neste momento (!) em vozes baixinhas no meu cerebelo célebre com todas as falas se preparando. Um conflito. Ora! Preparam-se para silenciar. Algumas das vozes baixinhas estão choramingando... Que choramingar o quê!

Engula.

Vamos palavrear tudo claramente e mudar tudo de lugar. Vamos guardar pedaços do céu em sacos plásticos para depositá-los em algum lugar seguro (fresco e arejado). Não vamos tocar nas lembranças mais fortes, não vamos doar as xicrinhas. De tudo leva-se algo que se entregou, e leva-se em dobro. Felicidade inteira e honra minha.

Engula o peso das coisas.
Use toda sua leveza para virar uma nova página.

20 Março 2009

Depois de 5 garrafas e meia latinha

Antes de mais nada, meu sobrenome ainda é Teixeira.
Sobrenome da familia da minha mãe. Aliás a minha mâe só voltou a usar o Teixeira depois de divorciada.

E eu acho ótimo, porque todos os meus tios são Teixeira. Meus primos, no entanto, não mais, porque afinal a primeira coisa que se corte no nome de um filho é o segundo nome do pai, e da mãe.

Eu sei que Teixeira rima com peixeira, meus coleguinhas da quinta série me ensinaram isso. Eu sempre odiei os coleguinhas de sala, é verdade...

Deve ser por isso que na vida adulta, já passo mais horas no trabalho e no bar.




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Ps. não sei se eu, burro, estava com saudades de vocês, leitores invasivos.

15 Fevereiro 2009





23 Janeiro 2009

LUTA LIVRE (descobri porque o Julio me contou)


Quem não escreve sua história, quando morre deixa de existir completamente!

Eu, paro e me deparo com a imensidão do mundo das idéias.
Não preciso tocar nada para sentir - só toco as teclas para expressar
o tudo-tão-nada me questiona no que me toca, mas quero sair sem dizer para onde vou (e não quero companhia)
Quero a poção do desaparecimento, e tudo pode ficar no lugar, sem ressentimentos.

Me deu vontade de responder "eu te beijo sempre, digo, até eu cansar" (mas é que eu gostei de te beijar) (mas é que
eu, ahhh eu sou uma insana...)
Te imagino com desejo de ter pertinho
Mas, a minha mudez profunda,
As minhas inacreditáveis memórias imundas (tantos passos na direção errada) foram em vão? Creio, sério, que não.

E Sentir sua falta em meio ao caos que me é proporcionado aos pedacinhos de bons momentos
- não tem nada cem por cento incrível, ainda mais com a intimidade, ficamos nos noventa e nove e nos contentamos em
sermos o que nos cabe, nada mais "descabido" cabe -

A minha mudez reserva as palavras que o vento leva
O mundo das idéias caladas...
mudas idéias escritas querem gritar

A gente abre mão de tanta coisa,
priorizando outras (quando achamos que queremos de verdade)
e quando temos estas coisas, de aparência definitiva
como um joão-bobão balançamos e deixamos a coisa toda cair.

E tudo que é precioso, quebra quando cai.

E você se revira na cama querendo esquecer o que fez e o que vai ter que fazer.

11 Janeiro 2009

PARA DURAR, concentre-se

corpo penetrávelcorpo abertoo instinto natural de se trocar a escama bienalmente corpo envelhecendocorpo podreé irrelevante não considerar moderaração ao passoda situaçãopois o corpo que já não funciona como antesfunciona diferentecorpo fechado, triste
o mesmo resultado das mesmas açõeso corpo não está inteiro
no entanto o instinto, o pensamentovem da alma, no espírito que habita o corpo vivo o corpo chora isto éo corpo refém
dos resultadosdas escolhas do espíritode alma lavada a loucura do corpoa combustão de uma fissura como resultado o corpo não é frágil...
encorpa um espíritoe se tudo der certo dura uns cem anos
o corpo só é ignorado
uma vez que é para o espírito que se busca a paz
silencio
para ouvir minha única alma
para sentir meu único corpo
Isabel C. Mendes Teixeira

Oi mundo esquisito

Oi mundo.

Oi gente toda
Oi quem nao me conhece, o portugues mudou e a maioria das palavras sao sem acento, e os hífens, ah! os hífens, você vai penar para dize-los.
Você-diz-hífens?
Eu digo a nova língua portuguesa, chata como sempre.
Sorte é que absinto nunca teve acento, mas acentua a proposta de sair da linha.

Oi mundo
eu não tenho nada para te dizer.
Na0 tenho nada para dizer aos amigos de velha data, mas a partir do pretexto de ter esquecido suas vidas, pergunto se têm usado muito cotê (e alguns nem sabem oquê dizer).

Você diz Não Tem?
Tem... mas está tudo bem guardadinho.

Eu sinto muito não ser assim aquela escritora de mão cheia, eu ocupo o tempo com pensamentos, e sabe-se lá como eles querem "sair".

"Ela está morando com outra..." (felicidades.)

Eu quero todas as minhas metades para colá-las em mim (fita que não desgruda nunca mais).

Eu quero não me foder devido minha escolhas.

Eu quero reencontrar meu Artur e quero minha Izabela comportada.

28 Dezembro 2008

Noel

Tudo começou no natal

Eu moro no centro Noel, talvez seja complicado você me achar aqui. Na verdade não sei se quero mesmo que você me encontre, tudo gira tanto em torno de você e dos presentes... Só que estou completamente confuso com o presente que você me mandou.

Não consigo elaborar tamanho meu descontentamento.

Da felicidade de encontrá-lo, fato, eu teria um presente.
Da felicidade de ter alguém que se ama de verdade eu estaria feliz. Só que para mim nenhuma data especial tem significado, talvez aniversário de morte.

Neste natal comemoro a morte de mim, mas eu também acredito em reciclagem espiritual, que todo dia é dia de se tentar de novo, recomeçar os planos, dar aquela caminhada, rezar a Deus e ir ao médico. E não posso dizer que não tenho mania de perseguição. Mas não posso assumir-me pessimista, talvez o aniversário de algumas amigas.

Só que estou triste Noel. Aquela tristeza que só os amáveis amigos conhecem.
Sinceramente, sim, talvez seja a melancolia que a época acolhe, tem tanta gente em situação menos favorável, não posso me dar ao luxo de lamentar assim. Por mais que eu não saiba adequar exatamente o volume da minha voz, ou tenha sonhos eróticos com as minhas amigas, não me falta prazer em amar a minha esposa, mas estes sonhos têm me perseguido. E eu me persigo em mim mesmo sendo eu um preguiçoso. Jamais voltarei para casa e não sei se estou farto de explorar ser um tipo que não agrada. Eu tenho pressa dentro de mim, no entanto não me movo.

Eu me concentro no prazer de fazer o que eu gosto de fazer e não apenas isso, isso é a melhor parte do que me conjuga. Por isso, eu deveria recolher todo o meu material, organizá-lo, e começar um novo começo (com certeza eu teria que organizá-lo). Uma vez que nos encontramos vivos no espaço físico, organizamos nossos planos de acordo com o que nos vêm à cabeça. É possível não possuir planos? E por que não os ter?

Da chance de conseguir esquecer a academia e escrever um livro, levantei meu topete e deixei a perna tremer. Eu me sinto muito forte quando eu me espreguiço, mas eu fumo um maço de fadigas por dia.

Noel, eu sempre faço a minha parte. Eu faço.
Não pense que eu estou cansado.
Eu só estou com um leve sono. Eu mereço um cochilo...

E nem a programação de natal da TV me faz entender ou esquecer o que estou passando, portanto pense muito bem antes de me mandar um novo amor.


I.M

13 Novembro 2008

"Alma, qual será a sua meta por ser anciã de sorrir?"

Casei, estou cuidando da nossa casa.


O trabalho está apertado e a experiência atual assusta as minhas palavras. Olhar sentindo tudo oque está acontecendo e ao mesmo tempo escrever? Não estou dando conta...





Mas, abaixo uns rabiscos... e uma foto do nosso céu.


Quando
então
viver é/significa isto
- significa e pode/deve significar muito mais -
Mas então,
quando
viver significa isto do significar alguma coisa
então
simplesmente
faz sentido tal significar
- significa escrito a mão -
- significa adquirir renite pela cortina de papelão e as aranhas -
Mas então,
esperar faz todo sentido.
Enquanto poupo sentir com o coração
ultimamente sinto com o bom senso
Ou sinto minha lágrimas de mini-tempos em mini-tempos
ou perco a fé anciã em sorrir, que eu tenho.

"Alma, qual será a sua meta por ser anciã de sorrir?"

Fé de que meu último suspiro é: amar alguém e ser amada.
Fé de que estas malas não me incomodam.
Fé de que a alma vai para o céu.
Fé na alma.



O parapeito da nossa sacada e ao fundo o Athenas, prédio onde eu trabalho.

07 Novembro 2008

SEISCENTOS E SESSENTA E SEIS

A VIDA É O DEVER QUE NÓS TROUXEMOS PARA FAZER EM CASA.
QUANDO SE VÊ, JÁ SÃO SEIS HORAS: HÁ TEMPO...
QUANDO SE VÊ, JÁ É SEXTA-FEIRA...
QUANDO SE VÊ, PASSARAM SESSENTA ANOS...
AGORA É TARDE DEMAIS PARA SER REPROVADO.
E SE ME DESSEM - UM DIA - UMA OUTRA OPORTUNIDADE,
EU NEM OLHAVA O RELÓGIO.
SEGUIA SEMPRE, SEMPRE EM FRENTE...

E IRIA JOGANDO PELO CAMINHO A CASCA DOURADA E INÚTIL DAS HORAS.

Mário Quintana

23 Outubro 2008

BEM BOM DO INFINITO


O silêncio do ser sozinho que se alimenta desta solidão e arrota e peida e cospe e excreta o misterioso brilho ofuscado do brilhante olhar velho olhar que come este vazio preenchido.

As cinzas malditas cinzas no chão e o bom senso vestido de responsabilidade determina qual o momento mais adequado para a limpeza da chaminé. Não basta passar o pano, é preciso lavar o pano depois (a não ser que seja limpo com papel, mas é preciso jogar o papel no lixo).

Existe a sensação de ter alguém no trinco querendo abrir a nossa porta, que bater virou jogar cinzas sagradas cinzas pela janela do apartamento, do alto (do pedestal talvez) porca, porta, rima torta pouco importa.

A escritora subiu no terceiro andar e pulou do pedestal para tomar ar. Na vida o sentido do existir nao está definido e a idéia de infinito é o próprio mistério do sagrado que é o existir. Ninguém disse que era fácil alcançar estrelas, morar no bem bom do infinito. Entao eu compro o infinito e dou pra quem eu quiser.

27 Agosto 2008

bad bad...

Fica difícil até pra escrever, eu odeio ser triste assim.

Mas a tristeza é de certo amiga companheira da poesia de qualquer espécia crua. A poesia está nua neste poço de insensatez e falta de afeto dos demais. Importa-me.

Quantas vezes você sente seu peito rasgar de saudade?
O meu, 5 dias semais.

Não vejo a hora de tudo voltar ao eixo normal, e sorrir... e ter quem abraçar, e coisas pra ouvir e coisas pra contar.

teoria TCM warrior


O esquisito esquecido
O esquisito esquecer
O esquecido esquisito
O esquecer esquisito
o esquisito do ser
(e essa coisa neurônios, livre-arbítrio)

sabichão como os húngaros da independência, e os admiro.

Beber não nos tira nossos problemas
O coito não pode ser interrompido no tesão da transa
O tipo não consegue se fazer
O esqueleto inteiro dói e basta-te, em constante doer dos rins, lácrimejar os olhos
o coração e o pulmão, tudo
acelerado
vislumbra-se um terrorismo pulmonar
e foi você que disse que os japoneses não tem foguetes (projetados para montanhas e elevações).

E foi você quem me contou que os rins explodem
e que os japoneses querem se entregar
(pode ter uma emboscada psicodélica na colheita)

É a mesma dúvida de sempre
arriscar a vida de poucos homens
para tentar salvar muitos.

1 sujeito


De dentro do seu quartinho limpo um sujeito estranhamente sujo começa a pensar em si mesmo e todas as coisas grandiosas que deseja realizar, viagens com histórias pra contar, viagens constantes regadas a erva e vinho. Erva, diga-se meramente medicinal, tendo o poder de trazer o riso, o controle do seu corpo de dentro para fora, controle da mente sobre os músculos, observa-se principalmente o modo e efeito da água quando em contato com seu interior e num espasmo mudo acompanhado de uma sequência de pontadas constata que está fazendo o seu melhor: típico do existir.

Sua pele escorrega quando se excita, teletransporta a mulher amada a um êxtase inigualável, de dentro do seu quartinho limpo, este sujeito estranhamento sujo constrói formas criativas para exprimir a esquisita sensação que o condena a pensar em si e todas as coisas grandiosas que suspira, constantemente.

Desajeitado, quebra sempre os valores que constrói, por simples falta de afinidade com o viver.

Offcourse you are

Eu não tenho medo de arriscar novos toques - uma vez que escrever a mão se torna arcaico. Sem desmerecer papiros, professores da Escola Europopéia de Teatro, e Gutembergs... Eu queria fazer algo de novo com a minha poesia, contanto que você faça o mesmo com a sua e assim quem sabe uma Olimpíada do Imaginar/Existir...? (A idéia é boa e todos os direitos estão registrados - aberto mais um foco de mera pretensão)...

Baba, leonina.

Mas escuta, é possível driblar os dribles da natureza.
É uma coisa, sentar, pensar em se preservar e concluir que uma mera besteira pode fazer sentido.

Pensa numa constatação ciclíca... como aquele tecido (uma coisa chapolim) que só os inteligentes conseguem ver.

Há de ser necessário se repensar "inteligente".

"'Cause you simply diserve the best"


Desde ontem a noite estou ensaiando para escrever sobre sua serenidade. Sóbria sensatez que alcança os poréns, alça vôo nos meus sonhos, no sentido de se desprender do chão, desassociado de qualquer sensação humana que já pressenti. Sua calmaria me pega no colo e me carrega com segurança e afeto. Um afeto tão puro e despretencioso.

Contemplo seu dormir acariciando a pele que tanto se afina à minha pele. Faz-me sentir viva, acompanhada.

A solidão só me entristece quando você não pode estar comigo. Estar contigo é estar em paz, enquanto me pego a sonhar com esse acalanto do teu ser para todo o nosso infinito (meu coração te pede, te quer, te necessita...) como nunca fora imaginado.

Eu não idealizo mais qualquer viver sem ter você.


Trilha: Cat Power - I don`t blame you
"'Cause you simply diserve the best"

Despejando saudações

vc acelera até meu toque pra tocar a sua música, seu amarelo... (mas eu nunca escrevi uma música pra você. Você me complica, eu me complico.) Vivo dias amarelos sem você.

Eu complico muito as muitas coisas amarelo, mas eu ainda viajo para dentro do que existe entre nós e daí tiro a maioria das coisas que me complicam, se eu parar pra ver. Enquanto minha mámãe me avisa que "assim" vou jogar a cinza EM CIMA DAQUELE MEU NOVO (E PRECIOSO*) BRINQUEDO.

Não entendeu? Vou baixar o som e te explicar bem baixinho... "não é que ela joga olho gordo, olha, bem baxinho amarelo, look how they shine for you, and all the things you do..." e está tudo amarelo. Nem estrelas tem... mentira, uma só. (Toquei a mesma sua música mais de duas vezes). Como consigo resolver isto?



pS. 2 * YOU KNOW I LOVE YOU SO (UMA COISA NO MEU COLO)

pS. 3 sou mais feliz quando fumo um...

Just listen

Se você acender, pode ser que ninguém perceba
pode ser que ninguém tenha mais olfato na vida
pode ser que finalmente aconteceu, da vida não ter mais nenhum outro cheiro.

Se você vive uma vida-poesia-uma-vida-contar
você merece uma cadeira na Academia (de Letras).

Eu dizer que mereço é sinceramente muita pretensão,
mas aí está o sonho de um escritor.

Acende, ninguém vai perceber,
mas verifique,
apague as luzes
e abaixe o som da televisão.

Agora eu-voz falo por você e você me obedece...
tente um som...

(eu sei quão desorientada você pode estar... se preferir, faça um xixi...acenda e na sequencia teste um mute na televisão. Você, trabalhador, merece silêncio acolhedor - se preferir indico um cd de sons da natureza, no entanto agora, não vem ao caso)

CHECK
LIGTHS OFF
BURN
MUTE

LISTEN...

12 Agosto 2008

limpeza emocional

Crescer dói,
por isso estou rasgando cartas, bilhetes e cartões de natal. Me desfazendo de papéis, matéria-escrita, passando por cima do carinho da recordação. O carinho perde o sentido quando os papéis ocupam mais espaço que a realidade. O passado está logo aqui, ao abrir a caixa de coração, então, para estar livre de verdade jogarei a caixa fora também.

Guardo o mínimo, a verdade é essa.
Mas, antes de rasgar, por um momento penso se eu devo uma resposta a eles. A eles esses, que estão com suias cartas rasgadas agora. Devo algo por estar jogando lembranças escritas no lixo? Poxa, o pessoal sumiu e estou casando. Rárárá.

A verdade é que eu tenho e-mail e estou querendo viver tudo de novo, e diferente.

Ok, certas cartas estou rasgando com uma piedade menor, de uma forma e força diferente, agressivo sim, no entanto, bem espontâneo. Estou dando um basta e um baita adeus em tudo que vivi, senti e passou. Saiu de mim e deve sair da minha vida, das minhas lembranças escritas.

De certo, constato ser necessário eliminar constantemente as palavras, as emoções, certos pensamentos, certas sensações.


28 Julho 2008

A ERA DO CONSERTO

É inútil
crianças não são silenciosas.
Crianças escrevem qualquer coisa.
Espalham coceiras por todo o corpo;
por toda vida.

A ERA DO CONSERTO I - O conselho serve para todos.


É mais fácil me silenciar longe de você
mas a sua falta me faz gritar
mais besteiras bem mais fácil
a sua falta me desorienta também.

E já me adaptei às minhas tristezas.

É triste gritar besteiras
É triste porque são besteiras vazias
- engraçadas de fato -
A genialidade do sarcasmo naufraga em saudades.

E tudo na vida acontece naturalmente.

Ainda não compreendo
razões, mas a teoria do "pra quê isso?"
esclarece um pouco mais
"ser atemporal"

E ser criança. E ser "adulto". E ser débil mental.

Ser criança consiste em ser criança
Ser "adulto" consiste em ser maduro.
Então, existem crianças maduras
e adultos débeis mentais.

E como medir debilidade mental? ... Sinceramente.

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Ps. Fui promovida. :D

16 Julho 2008

Para minha Marina Lima


Onde é que vai dar?
Onde é que vai dar?
Onde é que vai dar?

10 Julho 2008

Lambuzada toda ela e ouvindo Led


É como querer olhar a dita vida bandida do mesmo modo que se olha uma jogada de sinuca, no centro, por baixo.

Olhando a vida para frente em ângulo reto, olhando para as luzes dos faróis, de longe, para perto.


Se sentindo Aurora por já não ser tão Sadia.




Se sentindo ímpeto-lambuzada pelas palavras com méél. Açucaradas palavras, tão doces como gemidos ao abraçar teu cheiro.

Ao lembrar de você, lembrar que destino existe, quero voltar no tempo para olhar a dita vida bandida com este olhar de quem mata a jogada, certa de que eu te encontraria na vida.

Viagem interessante não significa nada, se não produzida.

É como querer olhar a dita vida bandida por baixo se considerado dimensões espaciais: quando se olha no olho de alguém; quando se encara de frente mesmo. Embora o “camarada” acredite que o escritor de poesia não pode – deve escrever quando fora do seu estado normal – natural.

(?) A. Os leitores entendem menos. B. Não é justo com os leitores. C. Normas ABNT. (?) Então guardemos nossas pontuações, opção D.

Puta, ficou com a blusa pelas listrinhas.

Atualizou sua vida num clique aqui.

Passando cartão, trocar o cheque saiu de moda.

Mediadora dos meus conflitos.

“Então tá” se eu quero falar uma coisa, mas eu não sei.

Você está sofrendo porque não acredita que eu acredito. No infinito. Não. Você acredita sim. E eu acredito em você e acredito com você.

As palavras me consomem a idéia no dialeto particular de todos e cada um dos meus pensamentos.